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A beleza das letras, a evocação da alma...
À Samaritana Edson Bezerra
E disse Jesus à samaritana:
"Todo aquele que beber desta água Tornará a ter sede, mas o que beber Da água que eu lhe der jamais terá sede."
Que além de tua boca E de teu corpo equivocado e bêbado de todos os mistérios, Teu corpo sonhado em castelos, E que em desencanto nadou por dentre as águas e Deslizou desejos por todos os espaços, Tu que tivestes amantes Ouro, púrpura, risos e prazeres cansados, Se tu beberes das águas que trago, Tu já não terás sede alguma.
É que de mim me fiz em todas as vazantes: Oceanos, rios, lagoas, tempestades Que se precipitam em lagos. E águas não se perdem nunca. Águas pedem bocas, E rogam palavras. Elas pedem desejos que se querem sede. Águas em corpos deslizantes Desejam dedos que aquietem formas. Águas não têm corpo, E se enredam em brechas. Assim é a palavra. A minha palavra presa ao verbo. Presa a meu corpo feito um banho, Colado aos meus olhos refém das imagens, Selado à palavra feito o desejo Invencível. E meu amor é como a palavra em somatório. Às águas somadas aos corpos Aos corpos dos amantes solitários E dos amantes entranhados. Pois o amor somado Á tempestade traz a promessa De não morrer nunca.
Pois então, Se tu beberes de mim, Da palavra encantada que te trago Tu não precisarás nem de amantes, Nem de mentiras e nem Da cabeceira de teu medo transversal. Fica em mim feito um sinal esquivo Que teu segredo Terá medo e dormira ao lado. Escuta: eu te faço uma casa livre dos ratos, um lugar longe das traças e dos gritos um lugar que seja eqüidistante aos ventos e das tempestades. Escuta: em mim eu multiplico os ventos e a imprecisão das palavras e das bocas silenciadas em mistérios. Por isto é que te digo: As águas de teu poço São miseráveis mendigos, E quando te chegar o amor, Não fujas, Pois somente ele é o senhor da Palavra encantada.
Escrito por -=§wë£=- às 23h10
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A beleza das letras, a evocação da alma...
A palavra que cerca Edson Bezerra
Eu queria te dar a palavra Que eu não tenho Inventar-te uma pátria Recriar-te um Deus e me Ofertar no sacrifício Que não posso. Mas meu corpo é pequeno E não suportaria nada além, Não mais do que o peso do mundo e Mesmo no tamanho Que me cabe, Por dentre as estreitas ruas das artérias, Eu te esperei as cinco e não viestes. E as horas avançaram feita fome, E meu desejo firme Virou bicho, E desprezou as horas. E foi ficando tarde e fui Ficando estrangeiro de mim.
Mas o que eu mesmo queria Era te dar a palavra Um verbo, Inventar uma língua qualquer Para te falar do amor entranhado E te repor tuas mãos perdidas Envergar tua vertebral em notas E me espalhar em beijos. Eu queria te dar a palavra Mostrar teu rosto nos espelhos Te dar o que não tenho E que nem nunca terei além de versos, Pois de mim Somente tenho e trago a terra, Esta terra molhada de si mesma Nesta terra invadida por lagoas E de caranguejos anoitecidos nas tocas. Pois somente tenho a terra, E se somente canto o que a palavra pode, E além de todo canto que a palavra não possa, E que o desejo não caiba, Que ela saia gritando Incendiando mausoléus Devastando as avenidas E assombrando a calmaria das casas E dos casais amolecidos.
É que a palavra que me foge É uma palavra ferida É uma palavra bandida De lobos matando porcos. A palavra que me cobre É onça acordando a rua, É desejo de louco em lua É mais do que tenho e posso. A palavra que me cerca São paralelas em curvas.
Por isto eu canto. Eu canto a palavra doida Endemoniada de si mesma. Eu canto o sacrilégio de viver E de amar E arriscando o desejo nas ruas Eu me trago aos gritos Eu que sou desesperado de mim mesmo E que tenho arrombado em fúria A dureza de todas as portas, Vivo encantado de mim Redivivo e morto pelo amor Que ressuscita sempre. Por isto eu canto. E se me faltarem as palavras Invento uma língua. E se me faltar a voz Eu falo em gestos. E se me faltar os braços Pé ou coração Me sobrarão os olhos E além dele o meu silêncio de Barulhos pausados. Pois eu não morro. Eu sou a invenção de mim mesmo Que teimosamente vive a se compor. Sou o general, A tropa toda E a tragédia da guerra que se inventa. Pois se me é certa a morte, Meu corpo Se dando às horas, Vai se inteirando todo nas palavras. Eu envelheço Eu sei. Mas além de mim Os desejos são vozes que se estrangulam De um tempo que não morre e E que só faz pulsar. Eu que não morrerei Queria de estreitar a palavra Que eu não tenho, Te inventar uma pátria, Uma língua a te compor inteira Numa tela e te apartar da dor No solitário silêncio de teu mundo.
Assim é o que tu és em tuas partes E eu que de te Era apenas pouco, Agora e sempre te sou inteiro.
Escrito por -=§wë£=- às 00h49
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Ah, Jaraguá...
Basílio Sé nas escadarias da Associação Comercial. Projeto Viva Jaraguá, a partir das 21 horas. 
Escrito por -=§wë£=- às 00h28
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Flor de Graciliano, Flor do Mestre Graça

Se não existe essa flor Não tem problema, pois, acabei de inventá-la Chama-se Flor de Graciliano, Flor do Mestre Graça.
Dedico a ti esses versos Que como outrora dissestes A palavra foi feita para dizer E é nela que me finco Eu digo também que ela é para sentir E nesse momento que sinto tua falta Não, tu não estás ausente...Perdoe-me! Estás eternizado em minha alma...
Em homenagem aos 112 anos de Graciliano Ramos!
Escrito por -=§wë£=- às 20h44
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A beleza das letras, a evocação da alma...
A palavra peregrina Edson Bezerra
As palavras se cobrem de roupas mendigas Quando tento descrever o mundo. Um mundo qualquer que seja de pessoas, sons ou pássaros. As palavras têm olhos mendigos quando tento penetrar no mundo das coisas. E quando além das coisas eu tento a presença, Tudo me foge.
Como então pensar no amor eu Pobre que sou com roupas mal vestidas Quando estou amando? Na verdade, eu imagino sempre que melhor seria Pensar apenas nas ruas, De fazer o amor escondido nas sarjetas, De com a amada estar em um quarto sem janelas E de deitar em uma cama pobre e sem luxo. Mas quando estou amando, Na verdade eu me encho de luxos que não tenho, Eu me imagino em brilhos E me transporto em raios E meu riso intenso Se torna a gargalhada irreal do homem mais louco. E eu que não tenho roupas Para ir às festas, Quando amo roubo todas as lojas da cidade E me visto da cor mais púrpura E navego em navios solidários. E me pensando ateu, Eu rezo e em mim todos os milagres. Eu sou então aquele que guardou em si O vinho mais velho, Eu sou aquele outro que esquecido Do perdão se dá. Eu sou aonde não me penso E este é o meu segredo E suicídio. Por isto, Quando eu amo Se florificam os desertos E escancaro as portas e travas. E se me fecharem todas, Arrombarei ferrolhos, portas e janelas. Pois o amor é este silêncio que não cala, É este pão que não mata fome alguma E que quer mais. Por isso repito: as palavras têm olhos mendigos quando tento penetrar no mundo das coisas E quando além das coisas eu tento a presença, Tudo me foge. Somente fica em mim suavizando o medo, A esperança que me cabe e espera. Pois se ele é este silêncio que não cala Eu moro em mim, Eu mesmo sou o riso, a boca e Este silêncio a espera de si mesmo.
Escrito por -=§wë£=- às 12h28
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Agenda...
Hoje, hoje... Hoje, às 20h, será exibido “O Homem que Copiava” no Museu da Imagem e do Som de Alagoas - MISA. Aberto ao público. :-) Informações: 315-1912. Vivaldi: As Quatro Estações será a atração desta quarta-feira, às 18h, dos Diálogos Musicais (Sesc-Centro). Após o vídeo haverá debate. Também aberto ao público. Ôba! Informações: 326-3133.
Quarta, Quarta...
Festival Nacional de Dança em Cena No Dom José, às 20h, Balé da cidade de São Paulo e homenagem à professora e coreógrafa Flávia Barros (AL).
Quinta, Quinta...
Às 21h30, o grupo Carranca Nordestina leva a música nordestina, samba, rock e blues para o Palco Aberto do Engenho Jaraguá. Informações: 336-0729. 
Escrito por -=§wë£=- às 11h45
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Vibrações multicoloridas
Nós...Em telepatia Carnes expostas Cheias de curto-circuitos Nós...Em harmonia Agitação molecular Estado zen de espírito Eu...Morro de felicidade e continuo viva Você...Meu mundo multicolorido. (Scb)
Escrito por -=§wë£=- às 11h42
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Presente...
Ontem no M.i.S.a, os versos entravam em minha pele. A voz rouca da Gal Monteiro acelerava meu bater cardíaco. Mesmo assim foi suave, acolhedor, uma atmosfera soberana... Sorrisos eternos de uma pessoa que amou o que viu! Parabéns a todos! Lindas criaturas a embelezar o local e a produzir lindas ondas sonoras: Sóstenes Lima, Deyves, Júnior Almeida, Wilson, Baigon, Jiuliano e Miran Abs.
Maratona do Rock na Prç. Marcílio Dias logo após o MISA. Encontros, reencontros, aceleração...Eu não conseguia me entender com as mãos e pernas que insistiam em querer se balançar. :-)
Escrito por -=§wë£=- às 11h43
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A beleza das letras, a evocação da alma...
A quadratura do silêncio Edson Bezerra
Que nenhuma loucura invada a Quadratura da noite por detrás Das sombras que te cercam. Afinal, do que estás a ter medo? Dos cães vadios Ou dos maus-assombros Escondidos nos teus condomínios fantasmas? Escuta: não durmas nenhum sono. Ocupa teus olhos com a plenitude Destes vaga-lumes que te assustam e Tente escutar a inquietude dos Imponderáveis movimentos dos pássaros diurnos Que na transgressão das horas Incomodam a lentidão dos bichos noturnos. E não sinta medo. Não sinta medo de nada. Nem de minha mão sobre a tua E nem de teu corpo aquecido Por minha pele saturada. Não durmas ainda E nem desampare as palavras. Espere que a madrugada decomponha neblinas Sobre os desamparos de teus cortes. E saibas que ele vem, E que ao contrário do que tu pensas, Nem o teu amante e nem o amor Vira de tua espera cansada E nem tampouco da ansiedade de teu o medo Retornará qualquer riso. Ele te vai chegar feito um ladrão E além de toda a espera Ele fará de teu corpo excluso Um traço em pincel em tela. E distante dos barulhos dos carros, Ele tornará calada a boca e as palavras. E somente então Te chegará o amor e ele se aquietará em clausura E demasia na silenciosa quadratura do silêncio...
Escrito por -=§wë£=- às 10h55
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Vou-me embora para o M.I.S.A.
Hoje em mais uma edição do MISA Acústico teremos a presença da Gal Monteiro. Às 21 horas. Até lá ;-)
Escrito por -=§wë£=- às 09h15
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Hoje...
22.10 - Viva Jaraguá Atração: Tony Câmara Local: Escadarias da Associação Comercial Horário: 21 horas Realização: Secult e Seturma
Escrito por -=§wë£=- às 12h23
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A beleza das letras, a evocação da alma...
Impronunciável Edson Bezerra
Bela, Impronunciável seja o teu nome posto em palavras. Pois és tudo: A erosão das estrelas O mar e a solidão absoluta das coisas completas. E saibas, nada disto cabe em mim.
Escrito por -=§wë£=- às 03h33
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Olha eu, olha o Deyves...
No show do Poeira no último MISA.

Sem muitas palavras, sem muito alarde. O show do Poeira Nordestina foi uma coisa linda de se ver. Me fez parar por um instante na cidade de Pão de Açúcar (adoro esse nome!).
O poeta Túlio dos Anjos, filho de pescador e que clama pelo Rio Chico em seu poema "Lágrimas do São Francisco" me encantou. Me tremeu o coração e minhas pernas não conseguiram ficar sentadas. Linda harmonia entre a música e a poesia.
Escrito por -=§wë£=- às 02h51
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Ó de casa, nobre gente...
21.10 - Dançando na Quinta Atração: Big Banda Show Local: Dom José Horário: 21 horas Ingresso: R$5,00 Realização: Secult e Seturma
21.10 - Lançamento do livro (poemas e contos) e cd do projeto Alagoas em cena Local: Teatro Deodoro Horário: 21 horas Realização: Secult Patrocínio: Telemar
21.10 - Palco aberto Atração: Deyves Local: Engenho Jaraguá Horário: 21 horas Realização: Secult, Engenho e Susie Sysneiro
Escrito por -=§wë£=- às 03h46
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Hoje no MISA: P.O.E.I.R.A. N.O.R.D.E.S.T.I.N.A.
Hoje, dia de Sábado nessa vida O povo de encontra lá no MISA Para gritar ao quatro cantos A linda música nordestina
E para vocês não se esquecerem Às 21 horas o encontro Quem tem música, que tem alma, tem sorriso, tem lágrimas Nesse mundo alagoano.
Escrito por -=§wë£=- às 11h14
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Cumbuca no Engenho...
Cumbuca
1. vasilha feita com a casca do fruto da cuieira, us. esp. por índios e caboclos; cabaça, cuia, cuiambuca 2. m.q. violão ('instrumento')
Um grupo jovem, ritmos e melodias fortes. Emoção, pés no chão, chapéu, amigos, Hermeto, ritmo, encontros, mãos, olhos, flores, cores, ondas de música. Essa é a minha impressão do show do grupo. A partir das 21 horas no Engenho Jaraguá. Até lá. ;-)
Escrito por -=§wë£=- às 20h06
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Notícias do mundo de cá...
Nossa, que dia agitado...sem muito tempo para postar e com muitas saudadinhas desse canto.
Como estou feliz por ter pessoas tão belas por aqui. Ceci, teu blog é lindo. Sóstenes, teu blog é lindo também. Edson, tua poesia é linda. Só tenho a ganhar compartilhando impressões com vocês. Em breve tecerei melhores comentários sobre vocês. 
Escrito por -=§wë£=- às 20h03
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Mais uma estrela no céu...
Fernando Sabino
Dia 11, Outubro, tarde triste, Ipanema, sua casa, Rio de Janeiro. Fernando Sabino partiu. Hoje completaria anos. Partiu para ser mais uma estrela brilhante no céu e com a certeza da riqueza literária que nos deixou. Missão cumprida...
(...) A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura — ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido — vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso. Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso. (A Última Crônica) Fernando Sabino
Escrito por -=§wë£=- às 22h58
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Essa que não me sai da cabeça...divina música!

Borboletinhas no estômago, chuvinha nos olhos num dos shows mais lindos que assisti. "O labirinto da solidão" com o Edson Bezerra foi emocionante.
Oh, noite! Inesquecível noite! Minha alma, tua, nossa alma emocionada e transbordada de alegrias ao som do Edson. Emocionante noite que por um momento me fez chover os olhos.
Melodia com o poder de comover, animar, relaxar, gritar as sensações mais profundas do coração. Divino mistério! Essa música que não me sai da cabeça...e essa lua que não me sai da cabeça, é o quê?...
Escrito por -=§wë£=- às 23h29
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Dom José na cadência do samba
Funarte e Petrobras apresentam:
Projeto Pixinguinha no Dom José, às 21 horas no dia 12 de Outubro. Será apresentado o samba de raíz com o mestre Monarco da Portela, Teresa Cristina, Ivor Lancellotti e Roque Ferreira, com direçaõ de Márcio Meirelles. A abertura do evento contará com o saxofonista alagoano Everaldo Borges.
Escrito por -=§wë£=- às 23h14
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Viva Jaraguá...
Ao som de Xique Baratinho, muito boa a nossa armação nas escadarias da Associaçao Comercial na última Sexta-feira. Depois eu Déa esticamos até altas horas na prç. Marcílio Dias. E a aula no dia seguinte? Perdi :-(
Escrito por -=§wë£=- às 23h12
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:-)

Escrito por -=§wë£=- às 23h10
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MISA..."O Labirinto da Solidão"
Que post mais atrasado sobre o MISA. Bom, vamos lá... Hoje teremos o compositor, intérprete,...,Edson Bezerra ;-)
Será imperdível! Até lá ;-)
Escrito por -=§wë£=- às 17h14
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Nos últimos tempos...
...Alagoas vem ganhando notoriedade com os diversos segmentos da arte. E não podia deixar de ser com a música boa alagoana. E hoje, através do projeto Viva Jaraguá, os músicos do Xique Baratinho farão seus espetáculos nas escadarias da Associação Comercial.
A partir das 21h. Nos encontraremos por lá. ;-)
Escrito por -=§wë£=- às 12h50
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Hoje, hoje...
- Mácleim no Engenho Jaraguá (Projeto Palco Aberto Jaraguá). A partir das 21h.
- O Dom do Som no Pierre Chalita (21h).
- Apresentação do Guerreiro com o mestre Benon no Museu Théo Brandão.

Escrito por -=§wë£=- às 12h11
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Aos meus amigos...
"Eu quero uma casa no campo, do tamanho ideal. Onde eu possa plantar meus amigos, meus discos e livros e nada mais..." (Elis Regina)
Vocês sabem quem são. ;-) Amo vocês demais... Muito obrigada Thank you Merci beaucoup Danke Grazie Gracias Tack Tak
Escrito por -=§wë£=- às 20h03
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Música para a alma...Sábado passado no MISA
Como já dizia Gilberto Freyre, autor de Casa Grande & Senzala, todos os brasileiros trazem "na alma, quando não na alma e no corpo, a sombra ou a pinta do indígena ou do negro". E Naldinho soube passar em forma de música as nossas raízes.
E as batidas do Maracatu me deram saudadinhas da terrinha. Mas, em breve estarei aí. Apesar de ter estado com uma gripe o dia todo no Sábado, fui-me embora pra Pasárgada, ops, digo, para o MISA...e sozinha de novo. Eita que esses meus amigos estão muito fracos...ehehehe. Bom, como isso não é nenhum empecilho, até gosto às vezes, me diverti bastante. Encontrei amigos, vi as fotos do Geografia da fome, etc..Ah, e ainda conheci uma guria muito legal...também vinda da terrinha. Outra coisa que já ia esquecendo foi a participação de crianças numa das músicas do Naldinho...que lindo espetáculo!
Depois fui pra casa, leve, leve, como leve, leve pluma, muito leve...
Escrito por -=§wë£=- às 19h47
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Divinas mãos...
Ah, a música...esta que tão bem tem me feito ultimamente. Fui ao Teatro Deodoro na última Sexta-feira ver o grupo Solistas Interarte. Céus, o que é aquilo? Divinas mãos a tocarem seus instrumentos e propagando ondas de CHICO BUARQUE, BRAHMS, VILLA-LOBOS, MOZART, EDU LOBO, NELSON AYRES, ERNESTO NAZARETH, LUIZ GONZAGA, HUMBERTO TEIXEIRA. Dois quintetos de cordas que me emocionaram, principalmente quando fizeram Mozart. Sério mesmo, eu ficava agitada, relaxada, comovida, tudo ao mesmo tempo. Parecia que a música desenhava coisas na minha cabeça...parecia ter vida, ter cor, forma e temperatura. E o tal do violista Roy Shiloah? O cara era a própria música...ele e o violino pareciam um só. Confesso que no começo evitei olhar para ele, para aquela expressão facial e corporal. Mas, depois entendi o que era aquilo. Outro fantástico foi o Roberto Ring com o violoncelo (amo esse instrumento). Imperdível! Realmente foi uma incrível noite de música para a alma... 
Escrito por -=§wë£=- às 18h17
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Olha que coisa mais linda...
Recebi a programação dos moços e olha só a surpresa...tchanan...Cordel aqui. Hã?! É, na Marcílio Dias em 18 de Dezembro.

Escrito por -=§wë£=- às 17h27
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Morena flor...
Hoje, aniversário da minha prima Ewely. Parabéns morena-flor! Desejo também tudo que as pessoas desejam para você nesse dia. Mil beijos 
Escrito por -=§wë£=- às 17h17
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MISA
Hoje teremos o músico Naldinho. No Museu da Imagem e do Som de Alagoas, a partir das 21h.    
Escrito por -=§wë£=- às 17h05
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Solistas hoje em apresentação no Deodoro...
Salve, salve a programação alagoana. Hoje no Teatro Deodoro teremos o espetáculo com os solistas Horácio Schaefer (viola), Robert Ring (violoncelo), Pablo de Leon (violino) e Nelson Ayres (pianista). Eles formam o grupo Solistas Interarte. Passaram recentemente pela minha terrinha (Recife). Ronald, você foi?
Hoje às 21h no Deodoro. Entrada gratuita. Informações pelo número 315.5656. Até lá. ;-)
Escrito por -=§wë£=- às 08h17
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